19 de setembro de 2008

O NOVO RDPM: O FIM DA PMERJ ESTÁ PRÓXIMO

E já tem data marcada: 16 de dezembro de 2008.
Não há muito o que se dizer a respeito pois, desde a Ditadura, a PMRJ/PMEG/PMERJ não consegue mudar seu regulamento interno no intuito de torná-lo democrático, humano, e acima de tudo, constitucional. Aliás, durante ao anos de chumbo foi constitucional sim...mais do que nunca...

E se mudar, vai ser para pior. Está enganado a praça, que conseguirão acabar com as punições de privação de liberdade - completamente arbitrárias - e incluir direitos e deveres equânimes para oficial e praça. O oficial sempre será o dono da PMERJ. Portanto, não se enganem senhores. Continuem estudando para ir embora o mais rápido posível. E que deixemos a polícia para os estrelas.

A respeito da data marcada, me refiro ao projeto de decreto legislativo do Dep. Estadual Flávio Bolsonaro (projeto de decreto legislativo Nº 11/2008, que revoga o Decreto Nº. 32.667, de 23/01/03, de autoria do Poder Executivo).

Antes de criar alarde, percebi um coisa muito estranha e que até vou procurar me informar melhor depois. Acontece o seguinte: eu tenho quase certeza que um decreto legislativo não revoga decreto executivo.

Contudo, como se trata de um projeto deste grande Deputado que é Flávio Bolsonaro, acredito não ser uma coisa não-pensada. Creio que tenha fundamento.

Mas, e como deveria ser o novo regulamento? Será que vão perguntar à uma praça antes de "confeccioná-lo?" Ou será Ditado por um Oficial?


FORÇA, HONRA, FÉ
SALVEM A PMERJ!

2 comentários:

  1. POR ACASO ACHEI ISSO NO GOOGLE.
    Companheiro, não pense dessa forma, esse pensamento é retrógrado. Os Oficiais são tão necessários quanto as praças. A hierarquia existe em qualquer campo profissional. Sempre existirão os funcionarios de níveis superiores, seja lá qual for a empresa ou instituição. Pra você pensar, até no meio religioso isso existe, é normal. Eu penso que deveria haver um Enxugamento no quadro de Oficiais de patentes superiores, no caso dos Tenentes Coroneis e Coroneis, porque isso acaba onerando em muito a folha de pagamento da Corporação. Você sabe que muitos estão sem função, em excedente. Tem unidade que têm vários Tenentes Coroneis, sem necessidade e muitos estão na "letra", isso é uma distorsão. Penso também que deveria diminuir a quantidade de Oficiais que ingressam anualmente na Academia de Oficiais. Eu concordo com o pensamento da maioria que o RDPM deva ser mais moderno, acabando de vez com as punições restritivas de liberdade, mas pesnso que ele deva ser rigoroso para os maus policiais, inclusive com a punição de demissão do cargo público, após julgamento em conselho, acabar com o termo exclusão, pois é arcaico. você certamente não vai concordar comigo, porém imagine que você tivesse uma empresa com vários funcionários lesando a credibilidade de sua empresa, que não tivesem compromisso profissional. Certamente você os demitiria por justa causa. Em uma empresa você sabe que o mal funiconário é demitido por uma simples análise do chefe. Na PM você ainda tem a oportunidade de ampla defesa, é claro que muitas vezes ocorrem injustiças, pois nada é perfeito, mas eu acredito que os Oficiais estão trabalhando para que o RDPM seja mais moderno. Você precisa saber que o RDPM atual é aplicado para todos os postos e graduações, não é só para punir praças. Se você não sabe no boletim reservado, quase todos os dia tem punições rigorosas para oficiais de todas as patentes. Meu amigo, na verdade precisamos é nos unir para o bem de todos nós. Entendo sua insatisfação. E certo que é preciso mudar essa distância entre Oficias e Praças. Estou na PM há mais de 25 anos e de lá para cá tenho percebido que melhorou bastante essa relação. Se você não sabe, há algum tempo a praça era tratada de forma mais desumana, hoje em dia existe mais respeito ao homem, ao poliocial militar, claro que ainda não atingimos nem nunca vamos atingir a perfeição. Mas vamos trabalhar todos juntos olhando firme para o alvo. Fique com Deus. boa noite!!!!

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  2. Tenho certeza que vc está certo. Eu às vezes erro, generalizando. Na verdade, sempre estarei me referindo aos maus, assim como também, praças (maus). Não quero jamais ser mau interpretado. Concordo com o enxugamento de quadros da corporação. Mas gostaria muito de tratamento igualitário, para praças e oficiais. E sabemos que isso não existe em nossa instituição. Enuqanto houver tratamento diferenciado, e valor humano "numérico", não serems respeitados pela sociedade. Para sermos respeitados, é preciso que tenhamos respeito entre nós. E não somente a mão-única praça-oficial, ditada pelo regulamento. Queremos respeito de mão dupla, não ditadas e sim conquistadas.

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"Quando o Estado abandona seus servidores, deixando-os à mercê do outro lado, é porque, muito provavelmente, o Estado está do outro lado"

Giovanni Falcone, Juiz italiano especializado em processos contra a máfia siciliana Cosa Nostra.

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