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28 de março de 2009

UM CLIMA DE TENSÃO...E ESPERANÇA.

Diante da proximidade da comemoração dos 200 anos de criação da briosa, estamos aqui, nós, praças da PMERJ, ávidos e ansiosos, por mudanças que nos foram prometidas há algum tempo. Esta sensação, esta esperança, tende a contagiar as pessoas. Como um Ano Novo por exemplo. Sabemos que logo após a sua passagem, repetiremos aquele bordão "tudo outra vez", mesmo que momentos antes estávamos felizes pela chegada de um novo ano. Um paradoxo.

Mas esta característica é humana. E do meu ponto de vista, é boa. A esperança nos torna fortes para novos desafios. Se ela, estaríamos fadados ao fracasso. Mas onde eu quero chegar com essa conversa mole? Vou chegar lá.

Em primeiro lugar, não é qualquer instituição que faz 200 anos. E depois, os seus integrantes, que nela estarão, ficarão marcados de algum modo. Tudo bem que a PMERJ em si não tem todo este tempo. Na verdade, a briosa já teria completado 34 anos e na data de 15 de março passado. Isso devido ao fato de que a atual PMERJ é oriunda da unificação da PMEG (Polícia Militar do Estado da Guanabara, do antigo Estado da Guanabara, hoje cidade do Rio de Janeiro) com a PMRJ (Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, na época, todo o restante do Estado, com exceção ao Estado da Guanabara, obviamente)
em 1975, data da unificação dos dois estados e criação do atual Estado do Rio de Janeiro.

Em segundo lugar, temos a numérica propriamente dita. Os "200" anos. É um bicentenário, lógico. E temos um "duplo zero" que simboliza o começo absoluto, o vazio, antecedendo a todos os outros números. Representa a unidade imanifesta, a eternidade. E seguido pelo "2", temos o dobro. Isso é claro se levarmos em conta a data de criação da instituição.

Vejam que estou tentando procurar chifre em cabeça de boi. E como quem procura acaba achando, vou dar uma pausa neste texto. Mas eu acredito que mudanças ocorrerão. Se não acontecerem as "necessárias", as "por motivo de força maior" acabarão por ocorrer. Volto amanhã.

Um comentário:

"Quando o Estado abandona seus servidores, deixando-os à mercê do outro lado, é porque, muito provavelmente, o Estado está do outro lado"

Giovanni Falcone, Juiz italiano especializado em processos contra a máfia siciliana Cosa Nostra.

"Uma sociedade é livre na medida em que propicia o choque de opiniões e confronto de idéias. Desses choques e confrontos nasce a Justiça e a Verdade, garantido o progresso e auto-reforma dessa sociedade".

Stuart Mill

“A injustiça que se faz a um é uma ameaça que se faz a todos”.

Barão de Montesquieu

"Aqueles que planejam o mal acabarão mal, porém os que trabalham para o bem dos outros encontrarão a felicidade"

Provérbios 12.20