Em operação na comunidade Gogó da Ema, Cel Lopes deu uma lição de cidadania à sua tropa. Parabéns Cel Lopes!!!!
Mas antes, vou fazer uma série de perguntas.
1- E se o acusado fosse um oficial? Seria dado a ele o mesmo tratamento?
2- Lição de cidadania? Em quem? No repórter que filmou? Coronel Lopes: O Sr. nem educação ao seu filho conseguiu dar, que é um viciado e vagabundo! Como terá então, dignidade suficiente para dar exemplo à homens adultos e pais de família?
3- Caro repórter do Extra: não precisamos de lição de cidadania. Precisamos é de homens que saibam liderar. Isso acontece devido a INCOMPETÊNCIA DE GOVERNANTES E COMANDANTES CORRUPTOS.
4- O cabo teve direito de resposta? Direito de se pronunciar? Se cometeu tal ato, que seja punido. Mas e se porventura, tal menino cometeu um engano ao apontar o acusado? Eu processaria você, caro repórter. Você, o seu jornal, o presidente do seu jornal, o Cel Lopes, e toda a sua turma. Porque antes de ser preso e acusado, é preciso que seja lavrado um termo de prisão por autoriade competente. No momento isso ali não existia. Houve o flagrante delito? sim. Mas se houve ENGANO DO MENOR AO APONTAR O ACUSADO?
Quero deixar aqui algumas observações minhas:
Para que todos saibam, o Cel Lopes é um aproveitador de situações deste tipo. Você, Cabo, que está sendo acusado desta agressão, agora será punido, por ter trabalhado de maneira errônea.
Será punido por ter trabalhado e ter caído na armadilha do macaco velho.
Será punido por não ter feito o feijão com arroz. Quem não trabalha não erra e quem não erra não é punido.
Cel Lopes: O Sr. não tem educação para dar lição de moral a ninguém. Não conseguiu educar seu próprio filho. Expôs a sua tropa para fazer sua cena de bom moço e deu oportunidade para a mídia vender seu jornal. Atitudes como essa estão acabando com a sua polícia. Seja homem e antes de cometer atitudes como essa, reúna a tropa longe da imprensa, da mída. Não a exponha.
Você cabo, mais uma vez, quero que saiba, que eu mesmo quero que você seja punido. Se cometeu tal ato, merece ser até expulso. Não merece ser digno de vestir a mesma farda que eu ostento. É por atitudes como a sua que eu não tenho mais orgulho de vestir esta farda. Porque quando eu estiver vestindo-a, e estiver em uma operação como esta, serei lembrado por seu ato, e não por minhas qualidades.
Subsecretário operacional de Segurança, Sr. Delegado Roberto Sá: Cuidado. Não se exponha como esta polícia fardada o faz. Antes de dizer algo, procure fundamentos. O sr. sabe tanto como eu a respeito disso. O que o Cel. Lopes fez, não é exemplo. É um vexame. O Sr, caro delegado, está afundando ainda mais a PMERJ com argumentos deste tipo. Eu sei que deve odiar a famigerada. Mas nós somos a latrina do Estado. Deixe-nos com a nossa sujeira. Mantenha a sua postura e coloque-se no seu lugar. Se fosse com a PCERJ teria dito a mesma coisa??
Sem mais.
Mas antes, vou fazer uma série de perguntas.
1- E se o acusado fosse um oficial? Seria dado a ele o mesmo tratamento?
2- Lição de cidadania? Em quem? No repórter que filmou? Coronel Lopes: O Sr. nem educação ao seu filho conseguiu dar, que é um viciado e vagabundo! Como terá então, dignidade suficiente para dar exemplo à homens adultos e pais de família?
3- Caro repórter do Extra: não precisamos de lição de cidadania. Precisamos é de homens que saibam liderar. Isso acontece devido a INCOMPETÊNCIA DE GOVERNANTES E COMANDANTES CORRUPTOS.
4- O cabo teve direito de resposta? Direito de se pronunciar? Se cometeu tal ato, que seja punido. Mas e se porventura, tal menino cometeu um engano ao apontar o acusado? Eu processaria você, caro repórter. Você, o seu jornal, o presidente do seu jornal, o Cel Lopes, e toda a sua turma. Porque antes de ser preso e acusado, é preciso que seja lavrado um termo de prisão por autoriade competente. No momento isso ali não existia. Houve o flagrante delito? sim. Mas se houve ENGANO DO MENOR AO APONTAR O ACUSADO?
Quero deixar aqui algumas observações minhas:
Para que todos saibam, o Cel Lopes é um aproveitador de situações deste tipo. Você, Cabo, que está sendo acusado desta agressão, agora será punido, por ter trabalhado de maneira errônea.
Será punido por ter trabalhado e ter caído na armadilha do macaco velho.
Será punido por não ter feito o feijão com arroz. Quem não trabalha não erra e quem não erra não é punido.
Cel Lopes: O Sr. não tem educação para dar lição de moral a ninguém. Não conseguiu educar seu próprio filho. Expôs a sua tropa para fazer sua cena de bom moço e deu oportunidade para a mídia vender seu jornal. Atitudes como essa estão acabando com a sua polícia. Seja homem e antes de cometer atitudes como essa, reúna a tropa longe da imprensa, da mída. Não a exponha.
Você cabo, mais uma vez, quero que saiba, que eu mesmo quero que você seja punido. Se cometeu tal ato, merece ser até expulso. Não merece ser digno de vestir a mesma farda que eu ostento. É por atitudes como a sua que eu não tenho mais orgulho de vestir esta farda. Porque quando eu estiver vestindo-a, e estiver em uma operação como esta, serei lembrado por seu ato, e não por minhas qualidades.
Subsecretário operacional de Segurança, Sr. Delegado Roberto Sá: Cuidado. Não se exponha como esta polícia fardada o faz. Antes de dizer algo, procure fundamentos. O sr. sabe tanto como eu a respeito disso. O que o Cel. Lopes fez, não é exemplo. É um vexame. O Sr, caro delegado, está afundando ainda mais a PMERJ com argumentos deste tipo. Eu sei que deve odiar a famigerada. Mas nós somos a latrina do Estado. Deixe-nos com a nossa sujeira. Mantenha a sua postura e coloque-se no seu lugar. Se fosse com a PCERJ teria dito a mesma coisa??
Sem mais.